Plano de Voo Amcham 2026: eficiência, IA e execução no centro das decisões empresariais_
- Marketing Verity

- 19 de fev.
- 3 min de leitura
Atualizado: 24 de fev.

O Plano de Voo da Amcham reuniu lideranças para discutir como as empresas estão se preparando para 2026 em um cenário de incerteza, com pressão por produtividade, disciplina operacional e decisões mais criteriosas. Entre temas macro e gestão prática, o encontro reforçou um ponto comum: vencer o ano exige execução consistente e clareza estratégica.
O que você vai encontrar neste artigo
Porque “incerteza” virou variável permanente no planejamento;
As prioridades que estão puxando a agenda empresarial: eficiência, produtividade e resiliência;
Os principais insights do painel “Perspectivas do setor empresarial para 2026”;
O que muda na prática quando IA sai do piloto e entra no modelo operacional;
Como traduzir cenário em plano: decisões, governança e ritmo de execução.
Plano de Voo 2026
O encontro refletiu um ambiente em que fatores externos, economia, ambiente regulatório, cadeias globais, competitividade e geopolítica, seguem influenciando decisões corporativas. O planejamento de 2026 não pode depender de previsões “lineares”. A instabilidade virou parte do jogo, e as organizações que se destacam são as que constroem músculo de adaptação: eficiência operacional, capacidade de decidir com velocidade e governança suficiente para não transformar urgência em improviso.
Perspectivas do setor empresarial para 2026: o que líderes estão priorizando
No painel “Perspectivas do setor empresarial para 2026”, com Marco Castro (PwC Brasil), Mariana Orsini (Dow Brasil), Maurício Rodrigues (Bayer) e Paula Bellizia (AWS América Latina), a conversa foi direta: produtividade e eficiência seguem no topo, mas agora com um peso maior de modelo operacional, cultura de decisão e adoção real de IA.
Do lado industrial, a discussão trouxe o desafio de equilibrar competitividade e confiabilidade em ambientes de alta pressão operacional. Mariana resumiu esse movimento com “o foco é a diminuição de custo operacional e garantia de confiabilidade”, especialmente em operações que precisam rodar continuamente e responder rápido a distorções de mercado e custos estruturais.
Na visão da AWS, a diferença entre “ter visão” e “executar com consistência” passa por cultura e mecanismos objetivos de decisão. Paula trouxe dois pontos fortes para o planejamento: foco no longo prazo e combate ativo à burocracia. Um trecho que sintetiza bem a lógica: “existem decisões que podem ser revertidas… essas a gente escala para que a companhia consiga tomar”, ou seja, a velocidade vem de distribuir decisões para a ponta, com clareza do que é reversível e do que é crítico.
A IA apareceu como tema inevitável, mas sem hype. Marco apontou um padrão que explica a frustração de muitas empresas: “as empresas que usam IA em soluções pontuais são as que estão reportando essa frustração”. Paula complementou com um dado objetivo sobre maturidade:
40% das empresas no Brasil estão usando de alguma forma a IA. 60% delas estão em um nível muito básico de adoção e esses 60% acabam ficando bastante frustrados porque não conseguem avançar do piloto. 12% no Brasil estão com usos avançados
- Paula Bellizia (AWS América Latina)
O que separa esses grupos não é ferramenta, é revisão de processos, governança e mensuração de resultado.
De insight à execução: o que realmente diferencia empresas em 2026
O painel deixa um direcionamento claro para 2026: eficiência deixa de ser apenas controle de custos e passa a representar capacidade de execução, velocidade de decisão e uso estruturado da IA com governança. Empresas que avançam são aquelas que conseguem transformar estratégia em operação, conectando dados, arquitetura e processos de forma integrada.
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