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COMO ESTAR ABERTO PARA INOVAÇÃO



Dias atrás li uma matéria sobre uma Startup suíça, que desenvolveu um avião hipersônico movido a hidrogênio, sem nenhuma emissão de carbono, capaz de atingir velocidades acima do som: 18.522 km/h.


Os criadores utilizaram características de avião, foguete e planador para realizar entregas em qualquer lugar do planeta entre 6 e 12 horas.


Que as startups nascem para trazer inovação disso ninguém dúvida, mas eu enxergo os modelos de startups voltados para resolver dores e problemas grandiosos que muitas vezes empresas já consolidadas não conseguem, por burocracias, tempo, modelo de negócio, visão de mercado, capacidade de vazão e muitos outros fatores; além do simples fato de que as startups possuem modelos de gestão fundamentados em testes de hipóteses e construção adaptativa, inerentes a uma cultura tipicamente digital.


Aqui na Verity nós entendemos isso e sempre que nos deparamos com um desafio desses nos clientes nós consideramos o teste das hipóteses com o apoio do ecossistema aberto a inovação, incluindo desde startups à universidades. Além de identificarmos os “challengers” que já estão no mercado, lançamos o desafio e trazemos empresas que se apaixonaram pela dor do cliente. Essa tríade, que chamamos de Open Innovation, entre Verity, cliente e Startup/ecossistema resolve o problema de forma ágil, disruptiva e inovadora, acelerando a criação de soluções digitais na jornada de transformação das empresas.


Voltando ao exemplo que usei ali em cima sobre o avião hipersônico. A tecnologia para criar esse avião já existia, a dor de ter um Mundo conectado mais rápido também, a startup uniu esses dois fatores e inovou.


Agora imagine se uma companhia aérea tivesse a intenção de resolver esse problema e não tivesse condições organizacionais para tratá-lo, mesmo sabendo que se trata de uma oportunidade estratégica de posicionamento e vanguarda, e novos negócios… Open Innovation poderia ser a resposta.


Viagens muito mais rápidas, sem poluir o meio ambiente e com custos comparáveis aos voos de carga convencionais e até mais baixos. Tudo com um processo colaborativo e aberto de inovação, bem orquestrado.


O que você acha que seria do Mundo se ele estivesse Open to Innovation?


Para quem ficou curioso sobre o avião hipersônico: https://www.istoedinheiro.com.br/startup-desenvolve-aviao-hipersonico-que-chega-em-qualquer-lugar-do-mundo-em-2-horas/

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